Quem sou eu

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Sou formado em TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO desde 2010. "Não digamos 'não', nem 'nunca mais'. Não digamos 'sempre' ou 'jamais'. Digamos, simplesmente: 'ainda'! ... Ainda nos veremos um dia . Ainda nos encontraremos na estrada da vida . Ainda encontraremos a pousada, o afeto almejado, a guarida . Ainda haverá tempo de amar, sem medo, totalmente... infinitamente ... sem ter medo de pedir, de implorar, ou chorar ... Ainda haverá tempo, para ser feliz novamente . Ainda haverá tristeza, ainda haverá saudade, ainda haverá primavera, o sonho, a quimera . Ainda haverá alegria, apesar das cicatrizes . Ainda haverá esperança, porque a vida ainda é criança ... e amanhã será outro dia !... " "NADA PODE REVIVER O HOMEM, MAS ALGO PODE CONSERVÁ-LO VIVO. TRABALHE COM SEGURANÇA"
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sábado, 2 de julho de 2011

NR 36 - TRABALHO EM ALTURA

Com a NR 35 - Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, ainda em discussão, foi aprovada Durante a 63ª Reunião Ordinária da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) da SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho) do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), realizada em novembro último, em Salvador, a solicitação da FNE referente à criação de um grupo tripartite para elaboração de uma norma regulamentadora para o trabalho em altura, hoje responsável por aproximadamente 40% das 2,5 mil fatalidades que ocorrem em média todos os anos.

A meta é publicar o texto em abril de 2011 e deixá-lo disponível por 90 dias. Pretende-se concluir todo o processo em um ano.

Conforme o MTE, a futura NR 36 - Trabalho em Altura, deverá estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo planejamento, organização, execução e definição da responsabilidade para todos os setores. "A regulamentação tratada de forma geral é fundamental, porque o risco de queda existe em vários ramos de atividades, como em serviços de manutenção e limpeza de fachadas e predial em geral; instalação de torres de telefonia, energia, antenas de TV a cabo, para-raios e outdoors; operação de gruas e guindaste; montagem de estruturas diversas; carga e descarga em caminhões e trens; depósito de materiais e silos; lavagem e pintura de ônibus, entre outros. Portanto, devemos intervir nessas situações de grave e iminente risco, regularizando o processo de forma geral e tornando essas tarefas mais seguras para o trabalhador", defendeu o engenheiro Gianfranco Pampalon, auditor fiscal do trabalho do MTE e autor de três manuais que visam disseminar conhecimentos sobre a prevenção de acidentes do trabalho.

Segundo ele, o setor da construção civil é o maior responsável por quedas. "Em 2009, foram registradas oito mortes somente na capital paulista, reflexo direto da falta de mecanismos de segurança." Conforme explicou Pampalon, em outros países a situação não é diferente. "Portugal registrou 115 acidentes do trabalho no ano passado, dos quais 26 foram fatais, sendo que 23 ocorreram na construção civil. Nos Estados Unidos, o setor foi responsável por 433 quedas em 2006. A improvisação é a principal causa dessas ocorrências", mencionou. Para ele, quem realiza o trabalho em altura deve ser supervisionado por profissional capacitado e qualificado e conhecer os riscos e normas de segurança. "Além disso, deve utilizar todas as técnicas corretas na execução de suas atividades e verificar diariamente o estado dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)", afirmou

Primeiros socorros - O que voce deve saber para atender uma emergencia


O que é primeiros socorros?
Tem o objetivo de fornecer apenas um atendimento temporário à vítima até que seja possível conseguir o auxílio médico profissional.

Aplicados de forma correta, os primeiros socorros podem significar:
1-A diferença entre a vida e a morte;
2-A diferença entre uma recuperação rápida e uma hospitalização prolongada;
3- A diferença entre uma incapacitação temporária e uma invalidez permanente.

Abandonar a vítima:
Abandono significa interromper o atendimento, antes que alguém com nível de treinamento igual ou superior ao seu assuma a responsabilidade. Portanto, uma vez que você inicie o socorro deverá ficar ao lado da vítima até ser substituído por alguém que possua condições de assumir os cuidados.

Negligência:
Negligência significa atender uma vítima sem observar as técnicas adequadas e os protocolos estabelecidos, provocando com isso o agravamento ou lesões adicionais.

Obrigatoriedade de socorro:
Prestar socorro não significa tocar na vítima, mas sim, obter auxílio, chamar o Resgate e nunca deixar a vítima entregue à própria sorte.

Como reconhecer uma emergência:
O primeiro passo é saber reconhecer uma emergência, ou seja, perceber que alguma coisa está errada, notando mudanças na aparência, ou na atitude de alguém, ou de uma circunstância.

Chamar o resgate:
A maioria das pessoas tem dificuldades para decidir se deve chamar o resgate; ficam esperando para ter absoluta certeza que a situação é grave, ou então, decidem levar a vítima para um hospital por seus próprios meios.

Essas atitudes colocam a vítima em risco, pois a equipe do resgate é treinada e especializada, possui equipamentos apropriados a estabilizar os sinais vitais da vítima, bem como imobilizá-la e transportá-la da maneira correta, o que não acontecerá num veículo particular.

Quando chamar o resgate:
Saber quando chamar o resgate é fundamental por dois motivos principais:
  1. Para não desperdiçar o tempo da equipe do resgate;
  2. Para não comprometer as chances de sobrevivência da vítima;
Portanto, a decisão pode estar ocupando uma tênue posição entre chamar ou não o resgate. Se você estiver na dúvida sempre telefone para o resgate, o atendente fará algumas perguntas que deixará claro a necessidade da presença do resgate no local ou orientará a sua próxima atitude.

  • Sinais e sintomas que demandam transporte imediato:
  • Desmaio sucessivo;
  • Dor ou pressão toráxica ou abdominal;
  • Tontura repentina, fraqueza ou alteração na visão;
  • Sangramento que não parem mesmo após 10 – 15 minutos de pressão direta;
  • Lesões que provocam alterações nos movimentos ou na sensibilidade;
  • Alucinação ou perda do raciocínio lógico;
  • Perda de consciência ou cegueira, vômito contínuo por lesão na cabeça;
  • Risco de lesão na coluna vertebral;
  • Queimadura grave;
  • Suspeita de envenenamento e outro.
Informações necessárias para o acionamento do resgate:
Ao chamar o resgate, o atendente em geral irá fazer algumas perguntas.
  1. Responda com cama e pausadamente:
  2. Diga seu nome e o número do telefone de onde está ligando, isso evitará trotes e permitirá que o atendente chame de volta caso precise de alguma informação adicional;
  3. Diga o local onde está a vítima, indicando pontos de referências que ajudem a encontrar o local;
  4. Diga o que aconteceu e qual a natureza da emergência;
  5. Diga o número de vítimas e procure descrever qualquer condição especial necessária;
  6. Diga em que condição que se encontra a vítima e qualquer providência que já tenha sido tomada (se a vítima está consciente, se há sangramento, se está presa no interior de veículo...);
  7. Somente desligue o telefone quando o atendente autorizar.
Precauções com doenças transmissíveis:
Ao atender emergências é importante entender que haverá sempre um risco potencial de se contrair doenças pelo contágio, para tanto deve se precaver utilizando luvas ou materiais disponíveis no momento.

Lesões nos ossos, articulações e músculos:
Fratura:
O termo fratura significa osso quebrado. As fraturas são classificadas em duas categorias:
1- Fratura fechada: a pele fica intacta e não há presença de nenhum ferimento próximo ao local da fratura;
2- Fratura aberta (exposta): a pele é rompida próximo ou sobre o local da fratura. O ferimento na pele pode ser produzido pela ponta do osso quebrado ou pela força traumática que corta a pele no momento da fratura.

Como Identificar:
Dependendo do caso pode ser difícil avaliar se o osso está fraturado; na dúvida, atenda como fratura.
A deformidade pode não estar óbvia; compare o local atingido com o membro adjacente. Flacidez e dor estão presentes somente no local da lesão, normalmente, a vítima indica exatamente o local da dor. Apalpar ao longo do segmento do osso ajuda a identificar uma fratura.

Inchaço:
É provocado pelo sangramento rápido que ocorre logo após a fratura.

Procedimentos:
Procure identificar como foi e o local da lesão; com cuidado remova ou corte as roupas que estejam cobrindo o local da lesão.
Compressas de gelo devem ser aplicadas sobre o local atingido durante os primeiros vinte minutos. Submetida ao gelo a pele atravessa quatro estágios diferentes: esfria,queima, arde e intumesce. É necessário fazer uso do gelo, pois o frio produz constrição dos vasos sanguíneos ao redor e no local da lesão, reduzindo inchaço e infração, aliviando a dor e espasmos musculares. A compressa de gelo deve ser aplicada o mais rápido possível após a lesão. O tempo de recuperação em geral está associado à quantidade de inchaço.

NUNCA REMOVA A VÍTIMA DO LOCAL A MENOS QUE SEJA ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO.
NUNCA VÍTIMA COM SUSPEITA DE LSEÃO NA COLUNA
NUNCA REMOVA VÍTIMA QUANDO VOCÊ PUDER CONSEGUIR AJUDA.
NUNCA TENTE REMOVER SOZINHO UMA VÍTIMA, SE HOUVER OUTRAS PESSOAS QUE POSSAM AJUDAR

O que é Segurança do Trabalho na visão do Técnico de Segurança do Trabalho


A pergunta é: O que é Segurança do Trabalho na visão do Técnico de Segurança do Trabalho? A resposta parece óbvia, mas nem sempre foi assim. Já houve um tempo em que o Técnico de Segurança - na época, Supervisor de Segurança, tinha uma visão deturpada da Segurança do Trabalho. Sem generalizar, muitos Supervisores viam na Segurança do Trabalho, muito mais uma forma de punir o funcionário, do que em protegê-lo das adversidades encontradas no execício de suas tarefas diarias. Era muito comum o funcionário receber equipamentos de proteção sem nenhum treinamento e depois ser cobrado pelo uso incorreto destes. É claro que este passado não tão agradável ficou registrado como a era dos Técnicos Policiais - o importante era punir quem não praticava segurança, mesmo que o trabalhador se quer tivesse sido informado das regras. Volto a repetir, tinha excessões.
No entanto, os tempos mudaram e os cursos que até então tinham duração mínima (alguns com até um mês de duração), passaram a ter uma carga horária bastante extensa e até geraram reclamações. Porém, algumas disciplinas da nova grade, foram marcantes para que os, agora Técnicos de Segurança do Trabalho, tivessem uma atuação dígna de um profissional altamente capacitado. Vejamos, por exemplo, a disciplina PSICOLOGIA APLICADA À SEGURANÇA NO TRABALHO - esta teve ação direta no modo de agir do técnico tornando-o mais humano e menos egoísta na profissão.
Em resposta à pergunta do título, a visão do Técnico não pode ser outra, se não a de que a Segurança do Trabalho é a base para o sucesso de qualquer empresa que se preze. Não é possível ser uma grande empresa sem a contribuição da Segurança do Trabalho, que deixou de ser prejuízo, para se tornar uma fonte de lucro para o empresário de visão. A Segurança do Trabalho além de proteger o trabalhador, agrega valor ao produto na medida em que este é produzido com o mínimo de infortúnio possível, demonstrando o comprometimento do empresário com o bem estar de seus funcionários perante seus clientes.
Finalizando, não coloquei aqui a visão do Engenheiro de Segurança, por entender que os dois profissionais têm o mesmo objetivo e que não justificaria uma visão diferente para cada um. Uma coisa é certa: para ser uma boa equipe de segurança, ter um bom engenheiro na supervisão é imprescindível.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Dicas de Segurança com o Gás de Cozinha

O gás liquefeito de petróleo (GLP), que é mais conhecido como gás de cozinha, é muito utilizado nas ações diárias de aquecimento de alimentos e atividades domésticas. Com a finalidade de obter o maior aproveitamento desta fonte de energia sem risco para as pessoas, os animais e o patrimônio, o Corpo de Bombeiros Militar orienta sobre como se prevenir e agir em situações adversas.
Os cuidados devem começar na instalação do botijão. Há a necessidade de identificar os principais componentes do botijão e os objetivos de cada um: as abraçadeiras são utilizadas para fixar a mangueira que deve ser fixada ao regulador de pressão  e ao botijão.

Recomendações

  • A mangueira deverá ser fixada sempre com abraçadeiras para melhor segurança;
  • O tipo de mangueira é a certificada pelo Inmetro com a gravação NBR 8613, em PVC transparente com tarja amarela e prazo de validade;
  • O regulador de pressão também deve respeitar a norma NBR 8473 e possuir certificado do Inmetro;
  • O botijão também é construído respeitando a norma da ABNT 8460, e possui massa de 13 Kg;
  • Preferencialmente o botijão deve ficar do lado de fora da residência, protegido do tempo. Caso não seja possível, deverá ficar em local ventilado;
  • Compartimentos fechados e de pouca circulação de ar ou próximo a ralos devem ser evitados, pois o gás é mais pesado que o ar e poderá se concentrar ou adentrar por esses locais, aumentando o risco de explosão por queima acelerada do gás;
  • Ao adquirir o botijão verifique visualmente as condições de conservação, se possui alguma área enferrujada ou amassada. Confira também o selo de garantia do produto (lacre) observando se está violado ou não. Caso perceba qualquer irregularidade exija a troca imediata da botijão;

Ao trocar o botijão observe os seguintes cuidados:

a) Verifique se todos os botões dos queimadores estão fechados antes de trocar o botijão;
b) Feche o registro regulador de pressão;
c) Não acenda ou permita que acendam chama ou acionem qualquer fonte de calor durante a operação de troca;
d) Retire o lacre do botijão e coloque o regulador de pressão ajustando-o sem o uso de ferramentas, para não danificar ou instalar inadequadamente o regulador.
  • Caso perceba qualquer indício de vazamento, confira com espuma de sabão. Não utilize fogo para essa atividade. Abra portas e janelas e não ligue tomadas, eletrodomésticos ou produza qualquer fonte de calor. Se o botijão estiver vazando e você não puder conter, leve-o para um local arejado para que o gás se disperse no ambiente;
  • O botijão foi projetado e construído para evitar a explosão. Se todos os dispositivos de segurança do botijão estiverem funcionando, dificilmente isso acontecerá. Mas é preciso sempre ter o cuidado de não aquecer o botijão ou deixá-lo próximo a fontes de calor; 
Se ainda existirem dúvidas sobre a botijão, ligue para o Corpo de Bombeiros Militar, através do telefone 193